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GP’s qual o seu posicionamento após uma grande derrota?

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A diferença entre gerentes de projetos de sucesso  e gerente de projetos fracassados é a atitude. As vencedoras avançam e aprendem com seus erros.

Espero que este tema já o leve a pensar sobre o SEU posicionamento diante dos obstáculos que é gerenciar um projeto. Para as pessoas vencedoras, que sabem aonde querem chegar, circunstâncias difíceis são vistas como desafios. As pessoas que vivem o sucesso não encaram os problemas como as “pessoas normais” e sim como ponteiros de bússolas que mostrarão o caminho para atingir o objetivo.

Todos nós gerentes de projetos ou não estamos sujeitos a errar. Muitas vezes lutamos para conquistar aquilo que queremos e, quando por algum motivo não conseguimos, vem o desânimo e a decisão de abandono do projeto. A princípio isso pode ser o alicerce para a desmotivação e o pensamento de que não vale a pena fica insistentemente latejando na mente, mas é preciso aprender a superar a frustração e seguir em frente.

Uma das escolhas mais terríveis do ser humano é quando alguns desistem de tentar porque não acreditam nos seus sonhos, não acreditam que seus objetivos darão certo ou ainda entram em devaneios e se frustram quando seus passos estão desalinhados com a realidade. Lembro-me da época em que eu estava aprendendo a andar de bicicleta. Fiquei observando meu pai pedalando com tanta suavidade que pensei que aquilo era muito fácil de fazer. O grande susto veio! Superestimei a minha capacidade e a primeira vez que sentei na bicicleta, adivinha me esborrachei todo no asfalto. Fiquei brabo, chorei, tive vários hematomas. Naquele momento, inconscientemente, eu tinha que decidir entre continuar tentando a pedalar ou desistir. Nos meses seguintes me empenhei em fazer diversas tentativas sozinho para melhorar o equilíbrio e a coordenação e fortalecimento das pernas, além de ter como companheira constante uma pequena fã que era minha mãe. Se eu tivesse desistido naquela época talvez jamais tivesse aprendido a andar de bike.Hoje a bicicleta é uma companheira que tenho para horas de extremo stress.

Não importa o quão longe você pensa estar do seu sonho. Continue, avance, conquiste espaço. Um sonho só se torna impossível de ser realizado quando desistimos dele. Aos olhos naturais algumas conquistas podem até parecer distantes, mas, existem conquistas sem esforços? Muitos afirmam, por exemplo, que não têm dinheiro para a viagem dos sonhos, quando o correto seria se concentrar em como fazer para aumentar os ganhos, elaborar um planejamento e se empenhar para realizar o seu objetivo.

Se você quiser mudar o escopo do projetos ou mesmo na sua vida então precisa tomar a decisão e se comprometer com os seus objetivos e sonhos. Essa decisão, embora possa ser ajustada, tem de ser irreversível. O seu destino depende disso, as coisas que você deseja podem ser alcançadas se você simplesmente tomar a decisão para que elas aconteçam. Thomas Edison dizia: “Não fracassei em minha vida, apenas descobri outras maneiras de como as coisas não funcionam.”. Essa é uma ótima maneira de encararmos algo que (ainda) não deu certo. Outro norte americano notável, Henry Ford dizia que “Falhar é a oportunidade de começar de novo de forma mais inteligente.”

Saiba que você já é um vencedor por ter chegado aonde chegou. Os vencedores sabem que podem cair dezenas de vezes, mas estarão sempre se fortalecendo com a experiência, traçando novos rumos, com mais garra e entusiasmo em busca da vitória. Ficar se lamentando por algo que não aconteceu não o levará a lugar algum. Ao contrário, aponta que o campeão que existe dentro de você está adormecido. ACORDA! Comece agora a recriar o futuro que você sempre desejou.

Fonte: Texto adaptado de  RH Bancos

 

Democratização do ensino (EAD)

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Caros leitores do Blog de Gerenciamento de Projetos, hoje vamos  “fugir” um pouco do contexto, falando sobre educação a distância, o sistema de ensino que vem crescendo a cada dia em nosso pais.

A educação a distância (EAD) é uma das modalidades de ensino que mais crescem no mundo. Dados mostram que  somente no Brasil existem mais de 2.000 cursos EAD, com aproximadamente 2,7 milhões de alunos matriculados e crescimento anual de ate 90% da oferta de cursos. Deste seleto grupo o que mais se destaca é o de cursos de especialização representando 37% do total, seguido pelos curso de graduação 26,5%.Isso significa que existem aproximadamente 900.000 brasileiros matriculados em graduação a distância e cerca de 200.000 cursando pós-graduação na mesma modalidade.

A educação a distância está se alavancando rapidamente devido ao extenso território brasileiro, algumas áreas só podem ser atendidas por meio deste sistema de ensino. A oferta é grande pois oferece uma flexibilidade fundamental para os conflitos espaço X tempo, pois permite que o aluno dedique aos estudos no momento que puder sem ter que deslocar até a instituição de ensino.

Outra importante vantagem dos cursos a distância é o custo mais atrativo em torno de 50%, que os cursos presenciais, pelo fato de haver uma redução de investimento em infraestrutura e gastos com manutenção de espaços físicos. No entanto, a constante renovação tecnológica demanda que os cursos a distância sejam reelaborados a cada três anos em média, e em algumas áreas a cada seis meses.

O mercado de trabalho pede profissionais não apenas altamente capacitados, mas constantemente atualizados. Para você estudante que esta lendo este texto a orientação dos especialistas é que ninguém passe mais de um ano sem fazer um novo curso, dada  a velocidade com que o conhecimento se transforma.

Caso o leitor opte por um EAD, sugiro que fique atento a alguns cuidados:

  • A escolha da instituição de ensino (o prestigio do curso presencial é a garantia do curso a distância);
  • Cursos EAD exigem muito mais dos alunos que os presenciais (comprometimento, dedicação e autodisciplina);
  • Cursos EAD não é como cursos presenciais que se pode dormir em sala de aula;

 

Parabenizo a todos os professores de cursos EAD, saber ensinar é uma dádiva, estes profissionais devem ter um domínio multidisciplinar de diversos temas.

 

Fonte: Revista VoceS/A, Ed 166, abril 2012.

 

Os 10 mandamentos da EAP – Estrutura Analítica de Projetos

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Caros leitores estava lendo a respeito de EAP (WBS), e vi os 10 mandamentos, bastante ilustrativo e educativo.

Vale a pena conferir e levar para o mundo de projetos em que trabalhamos.

1- Mandamento (Cobiçarás a EAP do próximo)

Antes de iniciar a elaboração da EAP do seu projeto, verifique a estruturação de escopos de trabalhos semelhantes. Consulte outros projetos da empresa, literatura, entre outros. Aprender com o passado é uma habilidade importante e valorizada.

2- Mandamento (Explicarás todos os subprodutos, inclusive os necessários ao gerenciamento de projetos)

Lembre-se: O subproduto que não estiver na EAP (WBS) não faz parte do escopo do projeto. É importante, dessa forma, não deixar nenhum de fora. Vale mencionar também que o conceito de subproduto inclui os serviços como teste, alinhamento, treinamento, instalação dentre outros. A EAP (WBS) não deve conter insumos/ recursos físicos a serem utilizados na geração dos subprodutos. Os custos de viagens, material, pessoal devem ser alocados ao elemento da EAP (WBS) para o qual eles contribuem.

3- Mandamento (Não usarás os nomes em vão)

Não devem ser usados nomes vagos para os elementos da EAP. Não pode haver duvidas semânticas acerca dos subprodutos representados. Utilize termos concretos que representem subprodutos. Ex. ao invés de “Elaborar o Manual do Equipamento” opte por “Manual do Equipamento”

4- Mandamento (Guardarás todas as descrições dos pacotes de trabalho na EAP)

Os pacotes de trabalhos devem ser claramente definidos no dicionário da WBS para que fique bem explicito o trabalho a ser realizado. O “Dicionário da WBS” é o documento que define e / ou descreve o trabalho a ser realizado em cada pacote de trabalho da WBS.

5 – Mandamento (Decomporás até o nível de detalhe (pacote de trabalho) que permita o planejamento e o controle do trabalho necessários para a entrega do subproduto).

O planejamento e o controle incluem: escopo (verificação e controle de mudanças), tempo (definição das atividades), custos (planejamento de recursos, estimativa de custos e orçamento) e riscos (planejamento do risco)

6 – Mandamento (Não decomporás em demasia, de forma que o custo, o tempo de planejamento e o controle não tragam o benefício correspondente).

Planejar e controlar tem o seu custo/tempo necessários para o trabalho. Assim, decomponha de acordo com a sua necessidade para o projeto. Os fatores de riscos e os custos associados são determinantes do rigor a ser aplicado nos controles. Caso um projetos tenha produtos como altos níveis de incertezas (riscos altos) e custos elevados, os controles demandarão uma decomposição extremamente detalhada.

7 – Mandamento (Honrarás o pai).

Cada elemento da EAP deve ser componente do subproduto ao qual está subordinado (pai). Ex: O fato de um treinamento depender da disponibilidade de um manual do equipamento não quer dizer que a elaboração do manual faça parte deste mesmo treinamento..

8 – Mandamento (Decomporás de forma que a soma dos subprodutos dos elementos componentes (filhos) corresponda ao subproduto do elemento pai).

A soma dos subprodutos componentes dever ser equivalente ao subproduto que foi decomposto

9 –Mandamento (Não decomporás em somente um subproduto).

De acordo com o mandamento anterior, se um elemento tem somente um componente, ele é igual ao pai e, em assim sendo, por que representá-lo duas vezes?

10 –Mandamento (Não repetirás o mesmo elemento como componente de mais de um subproduto).

Não podemos ter um elemento (filho) como componente de mais de um subproduto (pai). Ex.: Considerando que para ministrarmos dois treinamentos utilizamos a mesma apostila, não devemos colocar a elaboração deste como subproduto dos dois treinamentos. É importante lembrar que podemos ter elementos com o mesmo nome compondo subprodutos diferentes, mas cada um com um significado específico.

 


Comunicação Copa do Mundo 2014

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A comunicação em Gerenciamento de Projetos (COPA DO MUNDO 2014)

Caros leitores e seguidores ultimamente têm-se falado sobre o acompanhamento e andamento das obras da Copa do Mundo de 2014, e observamos a falta de comunicação  protagonizadas pelo Secretário-Geral da FIFA, Jèrôme Valcke e o Ministro dos Esportes, Aldo Rebelo. Onde o Sr. Jèrome Valcke critica publicamente o andamento do cronograma e a evolução da infraestrutura para o mundial.

Secretario da FIFA diz: “O grande problema que temos no Brasil é que tem muitas coisas que não estão sendo feitas. Não entendo por que essas coisas não estão em curso. Os estádios estão atrasados e por que está tudo tão atrasado? Têm que se apressar, colocar a casa em ordem e organizar este Mundial. Vocês precisam de um impulso, é preciso dar um pontapé na bunda e organizar esta Copa”.

Essa declaração gerou uma grande revolta na cúpula brasileira. Inconformado com as declarações, o Ministro Aldo Rebelo redigiu uma carta à FIFA solicitando o afastamento do Secretário-Geral:

Ministro diz:  “A forma e o conteúdo das declarações escapam aos padrões aceitáveis de convivência harmônica entre um país soberano como o Brasil e uma organização internacional centenária como a Fifa”

Jèrôme Valcke é o Gerente do Projeto Copa do Mundo 2014 no Brasil pela FIFA. E pelo que aprendi em sala de aula e segundo os estudiosos e literaturas relacionadas ao tema, cerca de 90% do tempo de um Gerente de Projetos devem ser usados em comunicação, seja ela de resultados, prazos, qualidade e também riscos.

Comunicação vem do latim Comunicatio, que diz transmissão, informação, noticia. É um assunto importante e delicado.

 Trata-se de um grande desafio para qualquer gerente de projetos, pois uma comunicação ruim pode levar o projeto ao fracasso (já vivenciei alguns fatos de fracasso por falta de comunicação). Não importa o porte do projeto (pequeno, médio ou grande), comunicação é um aspecto central e fator gerador de sucesso para qualquer projeto, por isso é tão importante e ocupa a maior parte do tempo de um gerente de projetos.

O desafio torna-se ainda maior em um projeto global, com culturas diferentes e línguas diferentes. Em projetos desse porte, a comunicação é ainda mais importante e deve ser evidente para ambos os lados envolvidos no projeto.

O estopim da crise acabou sendo exatamente a comunicação. Quando Jèrôme Valcke usou a frase: “Vocês precisam de um impulso, é preciso dar um pontapé na bunda e organizar esta Copa”. A expressão utilizada foi “kick in the ass”, que traduzida ao pé da letra, significa mesmo “pontapé na bunda”. A alegação do Secretário-Geral foi que a frase foi traduzida incorretamente. “Kick in the ass” pode significar também “algo que motiva e impulsiona”.

A pergunta que fica no ar é? Toda essa crise foi por causa dessa falha de comunicação?

No meu ponto de vista sim, mas em parte pelos aspectos políticos-comerciais que ainda estão pendentes, como a aprovação da lei geral da Copa.

Independentemente do erro de interpretação ou tradução, Jèrôme Valcke vem cometendo falhas importantes. Sua comunicação constantemente é conflitante e às vezes arrogante. Além disso, para alguém que está à frente de um projeto global multicultural, sua postura perante os gerentes de projeto locais, que compartilham de interesses semelhantes, é constantemente de imposição e esse é um estilo de gerenciamento que dificilmente gera bons resultados, ainda mais em uma cultura como a brasileira.

A vida do Gerente de Projetos

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Caros Leitores e GPs

Se você escolheu ser GP ou gerente de qualquer área de atuação é porque gosta de novos desafios. Gosta de ver resultados e se chegou onde está hoje é porque cresceu através de desafios que enfrentou, eu li uma vez a seguinte frase “Só aqueles que têm coragem de caminhar, terão certeza de chegar.”

 Imagine você trabalhando em uma empresa com um cargo de técnico, seu trabalho depende de seu esforço e competência. Sua vida é controlada. Se trabalhasse bem, tudo ia bem e se trabalhasse mal, seu gerente vinha em seu encontro chamaria sua atenção, recebia uma bronquinha e tudo se resolvia.

Mas agora a vida é outra. Como GPs, seu resultado é a combinação de muitos fatores intangíveis. A maior parte deles realmente parece mais como trabalho de um psicólogo do que de um administrador ou mesmo um engenheiro. Liderança seria fácil se não fosse pelas pessoas.

Vamos voltar ao tempo para podermos entender as coisas, quando éramos espermatozóides, você tinha a meta: vencer os outros para sobreviver. Isso já estava gravado em seu DNA. Na escola a mesma coisa a comparação era sempre com aquele coleguinha, ou mesmo um primo que era exemplo para a mamãe e o papai, ele se transformava em um competidor imbatível. Venceu novamente. Na adolescência o quadro piorou: você precisava vencer a concorrência para namorar, ser aceito em um grupo e pior de todas o vestibular. Mais uma vez você venceu. Você não teve culpa nenhuma são as regras do jogo ou ele ou eu. Não acabou por ai, você concorreu com seus colegas de faculdade e outros tantos para conseguir um estagio nas melhores empresas. Venceu de novo. E depois outra concorrência pesada para ser contratado.

Enfim você conseguiu agora você é um profissional! Venceu todos de novo! Já dizia Sun Tzu em seus provérbios “aquele que é prudente e espera por um inimigo imprudente será vitorioso”.

O gerenciamento de projetos é diferente de gerencia de área. No projeto, o tempo é mais restrito, os contratos de entregas são mais concretos, a relação não tem um canal hierárquico formal. Ainda há restrições no escopo, no custo e na qualidade do projeto, e com isso adivinhe vão surgir cada vez mais projetos complexos.

Caro gerente, entenda que a mudança no jogo exige uma mudança na estratégia. Em 2006, foi  publicado um polemico livro “Surprise! Now You’re a Software Project Manager” contendo uma lista de atributos esperados por um GP, podemos citar algumas: Integridade pessoal, pensamento sistêmico, solido conhecimento em Project Manager de preferência com certificação, capacidade de comunicação, proatividade e velocidade na tomada de decisão, alto coeficiente de inteligência emocional, gestão real de tempo, equilíbrio, humor e saúde.

Novamente você vai precisar provar que tem tudo isso, quando for testado o tempo todo por todos os lados, tiver que gerenciar as expectativas dos stakeholders e de seu próprio time de trabalho. Precisa gerenciar o escopo, a agenda dos recursos e o orçamento dentro do previsto, e se possível abaixo do previsto. Precisa identificar e mitigar riscos da sua área e de outras possíveis. Trabalhar com times de projetos, muitas vezes dispersos em diferentes países e fusos horários. Diante de tudo apresentado você ainda tem de ter tempo para a família, será que vai conseguir sobreviver?

Você vai conseguir sabe como? Entender ajuda atender: reduza o IBCH (internacionalmente mais conhecido como Indice Bunda Cadeira Hora). Ande pela empresa e descubra: do que a empresa tem orgulho, como as pessoas se sentem em relação ao seu time de trabalho, como as decisões são tomadas, quais são os valores da empresa, e outros pontos que venha lhe ajudar no gerenciamento de seu projeto.

Para finalizar como foi dito no inicio deste bate papo, você gosta de problemas, desafios. Mas não se preocupe isso é um sintoma psiquiátrico. É um sintoma da alma que anseia por realizar grandes projetos. Como disse o filosofo e navegador grego Epicuro (340-270 aC), “ os barcos estão seguros na baia, mas não foi para isso que eles foram feitos.”

Texto adaptado do Prof.Dr. Roberto Aylmer

O ADMINISTRADOR DO SEC. XXI: QUEM É ELE

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Caros leitores, estive lendo no site do CRA, um artigo escrito por Conrado Adolpho, que fala sobre o gestor do século XXI.

Em uma visão global, este profissional é “o coraçao” da empresa,  o gestor controla os custo “desde que fique claro o quanto pode ser gasto no projeto”, resolve conflitos internos e externos envolvendo a empresa que representa, ele tem uma visão sistemica dos projetos e das ações que devem ser administradas, é o profissional que sabe lidar com uma quantidade grande de dados.

Existem empresa, que não dão o menor valor a este tipo de profissional, se a empresa ta com prejuizo culpa do administrador, se tem alto Turnover (rotatividade de funcionários)  culpa do administrador, e assim vai.  O administrador só tem culpa se o empresário, chefe, patrão como quiser que seja chamado, nao participa do Kick-off (reunião inicial do projeto), onde são definidos todas as diretrizes a serem executadas, não faz a revisão no plano de gerenciamento de projeto (onde são mostradas todas as etapas a serem concluidas e os custos a serem gastos). Deste modo fica muito facíl culpar o Administrador ou o GP do projeto.

Abaixo segue o trecho do texto do Administrador do Século XXI

”O papel de um gestor é sempre por demais atribulado – de controle de custos à criação de estratégias comerciais – um administrador é muitas vezes o último recurso. O “resolvedor de problemas” das mais diversas naturezas. Os problemas, porém, mudaram, juntamente com os tempos. O administrador do século XXI deve ser um profissional global que passeia entre as ciências humanas e as ciências exatas com igual maestria. Não existe mais administração local, simplesmente porque o “global” invade nossos lares e empresas a todo momento.

Em primeiro lugar, o administrador do século XXI deve ter uma visão global, sistêmica. Deve ser um integrador por excelência, acima de qualquer outra coisa. Deve saber lidar com grande quantidade de dados e mensurações que a internet permite – o que pressupõe um domínio de Excel, leitura de gráficos e uma boa base de estatística – e deve saber lidar com pessoas. Apesar de muitos acharem que a internet é uma rede de computadores, ela é uma rede de pessoas.

Um administrador do século XXI é um eterno estudioso. A ciência do Management está mudando em função de tendências como gestão de conhecimento em larga escala, possibilidades de co-criação de produtos, iniciativas de construção de inteligência social, ações de inovação aberta e gamificação de processos. Palavras que há apenas poucos anos não pertenciam aos vocabulários de executivos, seja de que segmento fosse.

O gestor hoje em dia deve ter em mente que a governança não é um diferencial ou uma opção. É uma exigência da tecnologia que deixa tudo forçosamente às claras. É o fim das negociatas ou falta de transparência com o mercado.

A inversão do eixo econômico, antes EUA-Europa, agora China, Brasil, Índia, Russia é algo que deve ser profundamente conhecido dos gestores. A política implementada pelo líder chinês Deng Xiaoping no final da década de 70 fez surgir um gigante global do que poucos ainda dúvidam de sua força. O eixo EUA-Europa reina, mas já não governa. Entender essas mudanças na economia mundial é essencial para tomar decisões acertadas baseadas no presente, não no passado“.

Abraços

Gerente de Projetos – entre as 5 mais procuradas

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Caros seguidores do blog Gerenciamento de projetos, primeiramente um feliz 2012 a todos os leitores, e desejo que todos os cronogramas sejam executados dentro do prazo e orçamentos previstos, sabendo é claro que tudo pode acontecer.

Olhem a boa noticia. Um artigo publicado pela Revista Exame no final de dezembro de 2011, aponta as cinco profissões mais promissoras para 2012. Segundo Hamilton Berteli, CTO da Avanade Brasil, empreendimento conjunto da Accenture e da Microsoft, sua empresa procura alucinadamente por profissionais qualificados, e baseados em pesquisas internas, tendências da tecnologia e estudos de consultorias, os profissionais que forem especializados em determinadas áreas vão se destacar em 2012.

Berteli disse ainda que cargos como de Gerente de Projetos e de TI nunca saem de moda, mas para isso é preciso investir em treinamentos, participar de simpósios, trocar informações com outros profissionais e obter certificações para atestar o domínio da área.

Abaixo a lista das cinco profissões para 2012:

1. Programador de aplicações móveis
2. Engenheiro especializado
3. Inteligência empresarial (BI)
4. Analistas de governança corporativa
5. Gerente de TI e Gerente de projetos

Leia o artigo completo no site www.pmqm.com.br !

Att

Risco ou Incerteza em Projetos?

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O risco é uma forma convencional de expressar incerteza sobre possíveis resultados. Com a diminuição da incerteza, torna -se possível quantificar com exatidão os riscos. Ao contrario, um aumento nos níveis de ambigüidade, incerteza e  complexidade de um sistema levará consigo um aumento da dificuldade de identificar perfeitamente – muito menos quantificar – todos os riscos em potencial.
A língua portuguesa descreve:
  • Risco  como sendo: estar exposto a perigo
  • Incerteza  como sendo: estado de coisa incerta

A incerteza em gerenciamento de projetos pode ser considerada como uma nova situação na qual o conhecimento do passado pouco ou nada ajuda. A incerteza geralmente nos deixa pouco a vontade, a maioria de nós prefere riscos
(conhecidos) à incerteza.

Podemos tirar por base, apenas para considerar as duas situações a seguinte colocação:
Imagine:  que diante de nós temos duas urnas, identificadas como urna I e urna II.
A urna I tem 100 bolas vermelhas e pretas, mas desconhecemos em que proporção.
A urna II contém exatamente 50 bolas vermelhas e 50 bolas pretas.
Agora oferecemos a você três possibilidades de apostas:
Opção 1: Sem poder olhar, você pode retirar exatamente uma bola de cada urna. Você prefere apostar R$ 100,00 que vai pegar bolas vermelhas em AMBAS as urnas ou prefere apostar nas bolas pretas em AMBAS as urnas?
Opção 2: Agora é permitido que você retire apenas uma bola (sem olhar) somente em uma das urnas. Seria melhor apostar R$ 50,00 que pegaria uma bola vermelha na Urna I ou na Urna II?
Opção 3: Mais uma vez, você pode retirar uma bola (sem olhar) de uma das duas urnas? Você preferiria apostar R$ 50,00 em retirar uma bola preta da Urna I ou uma bola preta da Urna II?
Esse experimento foi aplicado em diversas pessoas e o resultado são geralmente os mesmos. Para a maioria das pessoas tanto faz apostar R$ 100,00  na bola vermelha ou na bola preta em AMBAS as urnas. A decisão não chega a surpreender, posto que aparentemente a possibilidade de ganhar seja a mesma em qualquer dos casos.
Contudo ao apostar numa determinda cor, a maioria das pessoas opta em apostar na Urna II, ou seja, as pessoas  determina intuitivamente uma proporção para as cores na Urna I, sugerindo que a probabilidade de uma das cores na Urna I seja maior que 50% (mas nega que tenha preferência de cor). A existência da incerteza e da dúvida é geralmente vista como desconforto. A primeira parece intimidar, determinando onde e como enfretamos as situações.
Os gerentes de projetos devem sempre de ter o seu padrão de preferência, pois este  o levará a tomadas de decisões racionais. Os GPs preferem tomar decisões conhecendo o risco do que a incerteza e/ou adiar decisões importantes em face da incerteza, isso se aplica mesmo quando as decisões não são diretamente ligadas, mostrando que a incerteza numa determinada área pode influir em nosso gerenciamento e em outras áreas do projeto, prejudicando o cronograma do projeto. “Com efeito, nós gestores de riscos e gerente de projetos não passamos a maioria do tempo gerenciando riscos, nós simplismente procuramos ficar longe de incertezas e dúvidas”.

Fonte: Texto adaptado do Prof. Darren Dalcher, PHD, MIDDLESEX UNIVERSITY, UMA VISÃO ALÉM DO GERENCIAMENTO DE RISCO.

 

 

A importância do trabalho em equipe

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Muitos gerentes de projetos, que atuam em diversas organizações, estão trabalhando em grupo e não em equipe.

Trabalhar em equipe é mais divertido do que trabalhar individualmente, o que pode contribuir para melhorar nosso desempenho. Há… coisas na terra que são pequenas, mas extremamente sábias: as formigas, criaturas sem força, todavia no verão preparam a sua comida… os gafanhotos não tem rei, porém todos saem, e em bandos se repartem (Provérbios 30:24-27).

Quando falamos em trabalho em equipe, logo nos lembramos das formigas e dos gafanhotos, seres tão pequenos, mas que dão um grande exemplo de união, força e auto-gerenciamento. As primeiras têm um líder, vivem numa sociedade eficazmente organizada e não precisam receber ordens para executar seu trabalho. Você já viu de perto um formigueiro? Já notou como elas andam em fileiras e sincronia perfeitas e preparam seu alimento no verão para os dias de chuva, quando não podem trabalhar? Já os gafanhotos não têm um líder, porém sabem o que devem fazer exatamente.

Mas o que é trabalho em equipe?

Suponha que você e mais duas pessoas estão trabalhando em uma plantação de milho, onde cada um ganha o salário correspondente ao seu dia de trabalho. O trabalho funciona da seguinte maneira: em fila, o primeiro (você) cava o buraco, o segundo joga a semente e o terceiro componente tapa o buraco. Cada integrante deste grupo se preocupa apenas em realizar a sua tarefa, nada entendendo da importância do trabalho dos outros, “é cada um por si, Deus para todos”.

Um certo dia o segundo membro da equipe faltou ao trabalho por motivo particulares, porém a atividade continuou, pois cada colaborador recebia salário correspondente ao seu dia de trabalho e eles sabiam muito bem qual era suas responsabilidades, sem a necessidade de um líder para orientá-los. Você abriu buraco na terra, o segundo não jogou a semente (pois havia faltado), mas o terceiro tapava o buraco e assim prossegue o dia inteiro…

Muitas pessoas, que atuam em diversas organizações, estão trabalhando em grupo e não em equipe, como se estivessem em uma linha de
produção, onde o trabalho é individual e cada um se preocupa em realizar apenas sua tarefa e pronto. No trabalho em equipe, o gerente  de projetos deve saber exatamente o que os outros estão fazendo e sua importância para o sucesso e execução do projeto. A equipe têm objetivos comuns e desenvolvem metas coletivas que tendem a ir além daquilo que foi determinado. Se no exemplo anterior você e os demais integrantes do projeto trabalhassem como equipe, conhecendo a importância da atividade de cada membro da equipe, tendo uma visão e objetivos  omuns,
certamente vocês diriam: “nosso colega faltou, vamos ter que substituí-lo ou mudar o modo como estamos plantando, se não nosso trabalho será improdutivo”.

Podemos até dizer que toda equipe é um grupo, porém, o contrário nem sempre é verdadeiro, pois, nem todo grupo representa uma equipe.

Grupo é um conjunto de pessoas com objetivos comuns, em geral se reúnem por afinidades. No entanto esse grupo não é uma equipe. Pois, equipe é um conjunto de pessoas com objetivos comuns atuando no cumprimento de metas específicas.

Para os Gerentes de Projetos ter um time de trabalho altamente eficaz e dedicado,  é mais do que ter um grupo de pessoas, visto que o trabalho em equipe precisa ser planejado, elaborado e bem executado. Pois projetos não admitem erros.

Falta de Pepsi em promoção põe Coca-Cola em evidência

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Caros leitores do blog, o pensamento é simples.

Faltou gerenciamento de projetos na promoção da Pepsi? Reflitam.

Para quem não teve oportunidade de ver a propaganda segue abaixo o link.

http://www.youtube.com/watch?v=YUNNKs7TI1k

Com estoques baixos para a demanda, “Leve dois, pague um” feita pela marca no fim de semana gerou distribuição de Coca-Cola para conter reclamações de consumidores

Pode Ser Pepsi em Dobro: promoção esbarrou em estoques baixos

São Paulo – No último fim de semana, a Pepsi fez uma promoção que prometia dois refrigerantes da marca pelo preço de um. Com
demanda superior ao planejado, a oferta acabou gerando a inclusão da rival Coca-Cola na jogada, além de gerar um pedido de desculpas do Grupo Pão de Açúcar, segundo o jornal O Estado de S. Paulo.

Com estoque programado para durar o sábado e o domingo e que permitia que cada consumidor levasse até 24 unidades pagando
apenas por 12, os refrigerantes duraram apenas poucas horas em várias das cidades onde a promoção ocorreu.

Segundo Wilson Branquilha, diretor comercial do Grupo Pão de Açúcar, diz ao jornal, ao perceber que as 150 carretas de Pepsi -
o equivalente ao mês inteiro de vendas – não seriam suficientes, a rede, dona dos supermercados Extra, Pão de Açúcar e Assaí, pediu à AmBev que providenciasse mais 60. A distribuidora, porém respondeu com apenas 20. O resultado foi a falta do produto em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná.

Com a semana encerrando sem a quantidade suficiente do refrigerante nas prateleiras, o Grupo Pão de Açúcar negociou com a AmBev que a promoção se estenderia a qualquer refrigerante da distribuidora. Mesmo assim, a procura ainda superou o calculado, motivo que garantiu a
inclusão da principal concorrente da Pepsi, a Coca-Cola, nos carrinhos de compras.

Com a repercussão negativa da promoção, o Grupo Pão de Açúcar publicou um pedido de desculpas em anúncios de TV e em jornais de
grande circulação.

No sábado, a Pepsi disse em seu  perfil ofical no Facebook, que a participação na promoção havia superado as expectativas de vendas e que por isso, em alguns lugares, os estoques já haviam acabado. Neste momento, o post já passa de 200 comentários. A maioria deles, negativo. “Fui a três supermercado por volta das 8:00 da manhã e em nenhum tinha mais estoques”, comentou uma consumidora de São Paulo, no sábado.

Procurada por EXAME.com, a AmBev divulgou uma nota oficial sobre o episódio, repetindo o posicionamento já adotado no Facebook no sábado:

“A Promoção Pepsi em Dobro superou em muito as já altas expectativas de vendas da marca para o fim de semana. Por isso, a operação de produção e logística foi dimensionada para atender à forte demanda que esperávamos para o período e colocou nas lojas, para venda nestes dois dias, volume superior a um mês de vendas regulares. Ainda assim, vários pontos de venda esgotaram os seus estoques em poucas horas, e algumas lojas estão optando por limitar a quantidade para que o máximo de consumidores possam participar.

Agradecemos a forte adesão dos consumidores à ação e permanecemos com os nossos canais de comunicação abertos para atender às dúvidas sobre a promoção.”

Fonte: Revista Exame