Amigo é para essas coisas!!!
Cão treinado carrega oxigênio para menina com doença respiratória |
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Cão treinado carrega oxigênio para menina com doença respiratória |
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COMPORTAMENTO
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ALTERAÇÕES OBSERVADAS
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Agressão a outros machos
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Redução em 60 %
Redução rápida em 25 %
Redução gradual em 35 % sem efeito em 10 %
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Dominância sobre o dono
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Redução ao redor de 50 %
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Marcação com urina
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Redução em 50 %
Redução rápida em 20 %
Redução gradual em 30%
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Predisposição para montar outros cães e pessoas
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Declínio para montar em fêmeas no cio
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Marcação com urina na casa
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Redução em 50 % dos casos
Redução rápida em 20 %
Redução gradual em 30 %
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Tendência para fugir e andar solto (andarilho)
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Redução em 90 % dos casos
Redução rápida em 45 %
Redução gradual em 45 %
sem efeito em 10 % dos casos
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GOIÂNIA – Goiânia registrou um caso de raiva animal esta semana. Segundo informações do jornal “O Popular”, a informação foi confirmada na manhã desta quarta-feira pelo Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental (DVSA), da Prefeitura de Goiânia. A doença foi detectada em um gato.
O animal foi encontrado na última sexta-feira por um homem na Rua 90, no Setor Sul, que o levou para casa. Ao dar banho no animal, o homem foi mordido. Depois do incidente, o bicho foi encaminhado a uma clínica veterinária porque também aparentava estar doente. No estabelecimento o gato acabou morrendo. Exames constataram que ele era portador de raiva. Apesar de não ter sido diagnosticado com a enfermidade, o homem foi vacinado e está sendo acompanhado por um médico.
O diretor do DVSA, Geraldo Edson Rosa, informa que o caso está sendo investigado. A intenção é descobrir se o animal possuía algum dono e se ele chegou a morder outras pessoas. Para evitar novos incidentes, será feito um trabalho especial de recolhimento e vacinação de bichos que vivem nas ruas.
O último caso de raiva humana em Goiânia foi registrado em 1998, e o de raiva animal, em 2000. A doença é considerada bastante grave, pois é 100% letal se não for tratada rapidamente. Cães e gatos são as principais fontes de infecção em áreas urbanas.
Fonte: O Globo: http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/04/06/goiania-registra-caso-de-raiva-em-gato-924170551.asp#ixzz1KaIKITwy
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Todos os cães são míopes e têm uma visão ruim à distância. Algumas raças, pela característica anatômica dos olhos e da órbita, podem ter um menor grau de miopia. Esta miopia explica alguns ataques de cães a seus próprios donos à noite, quando o animal enxerga menos ainda e às vezes, pela direção do vento, não pode sentir o cheiro dos mesmos.”
Os cães vêm as formas e as cores da mesma forma que nós, só que a hierarquia de importância dos sentidos é completamente diferente da nossa:
| Humanos:
1- Visão; 2- Tato; 3- Audição; 4- Olfato; 5- Paladar. |
Caninos:
1- Olfato; 2- Audição; 3- Visão; 4- Tato; 5- Paladar |
O olfato, para os cães, é tão importante que três ou quatro minutos após o nascimento, com os olhos e os ouvidos ainda fechados, os filhotes conseguem, pelo faro, encontrar as tetas da mãe sem que ninguém lhes tenha ensinado. Pela seqüência, os ouvidos, abrem-se após alguns dias e o cachorro começa a se familiarizar com os sons ambientes. Aos dez para doze dias abrem-se os olhos. Entre os humanos, alguns já nascem abrindo os olhos…
Os predadores, de acordo com a ecologia (equilíbrio das forças da natureza), também obedecem às leis do menor esforço e preferem caçar animais debilitados, moribundos e feridos.
O instinto de caça excita os predadores, inclusive o cão, quando vêem um animal fugindo. É visceral, atávico! Por isso, a pior coisa que você pode fazer ao ficar com medo de um cão é fugir. Se você amarrar um barbante num bichinho de pelúcia e movimentá-lo fazendo o ritual de fuga, um filhote, de qualquer raça, ficará excitado para pegá-lo.
Dessa maneira, mais importante do que a fisionomia ou a expressão das pessoas, os animais se atém aos rituais de submissão e apaziguamento, de caça e dos jogos eróticos de sedução (hierarquia, alimentação e perpetuação das espécies).
Bruno Tausz
Cinófilo e Etólogo – Rio de Janeiro – RJ
Como lidar com mordidas de filhotes?
Qualquer um que já tenha convivido com um filhotinho sabe o quanto eles gostam de morder! Mordem mãos e pés das pessoas, meias, pernas de cadeiras, de mesas e, muitas vezes, objetos tidos como “preciosos”: celulares, óculos, sapatos…
E como lidar com esse “hábito” dos cãezinhos? Vamos a algumas dicas que, certamente, ajudarão a enfrentar este período com muito mais tranqüilidade.
Por que mordem?
Cães nascem sem dentes. O tempo de erupção dos dentes de leite (decíduos) ocorre entre
Mas, por volta dos três meses, inicia-se a troca dos dentes de leite pelos permanentes. Sim, exatamente como com crianças pequenas: os dentinhos pequenos e fininhos caem, dando lugar a dentes maiores e mais fortes.
Esta fase se estende até por volta dos sete meses de vida. E, durante este período, poderá ocorrer vermelhidão, inchaço e irritação na gengiva, já que os dentes estarão rasgando a pele. E os filhotes precisam se aliviar de alguma forma! E como fazem isso? Mordendo tudo que encontram pela frente!
Além disso, quanto às mordiscadas nas mãos dos donos, para o cãozinho torna-se uma forma de interagir com o proprietário, já que, dificilmente, um filhote morderá a mão de alguém sem receber alguma atenção!
Assim, sabendo os motivos das mordidas, fica muito mais fácil tomar algumas providências para evitar objetos destruídos ou mãos arranhadas (lembrando que filhotes são “arteiros” por natureza e “acidentes” sempre acabam acontecendo…).
O que fazer?
Com relação ao desconforto que o filhote sente nas gengivas, o ideal é que tenha muitas opções para morder, já que este é um comportamento natural e instintivo visando alívio para as sensações ruins.
Assim, vale disponibilizar brinquedos específicos para cães nesta fase, de diversas formas, tamanhos e texturas, como ossos feitos especialmente para eles! E deixar esses objetos nos ambientes que o filhote freqüenta, já que a sensação de desconforto não tem hora nem lugar para surgir…
Outra dica que auxilia bastante: congelar os brinquedos, ou dar pedrinhas de gelo ao filhote, já que o gelo tem efeito anestésico, aliviando bastante a irritação na gengiva.
Agora meu cão vai morder só os brinquedos?
De nada adianta simplesmente deixar tantas opções aos filhotes, sem qualquer interação. O ideal é que todos os que convivem com o cãozinho o estimulem a ter os brinquedos na boca, elogiando-o bastante quando estiver roendo o ossinho, por exemplo.
O filhote associará muito facilmente que chama a atenção do dono quando está roendo seu brinquedo, acontecendo exatamente o contrário quando estiver mordendo algum objeto da casa.
Explicando melhor: quando o filhote estiver mordendo algo proibido, ou a mão do dono, deve sentir um desconforto, como um jato de água borrifado no focinho, seguido de um NÃO veemente e o fim da interação. Sim, o dono deve levantar-se e parar a brincadeira!
Mas, quando o cãozinho estiver roendo seu brinquedo, deve ser estimulado a tanto e bastante elogiado. Estimulá-lo a sempre pegar o brinquedo e mantê-lo na boa acaba virando uma brincadeira divertida!
Desta forma, o filhote passará a associar que os brinquedos geram alívio para a gengiva e interação com os humanos, mas morder as mãos ou objetos gera desconforto e término da brincadeira.
Prestando atenção nestes detalhes, certamente esta fase de tantas mordidas será muito mais fácil, tanto para o filhote quanto para o dono!
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