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  • 12 de Mar / 2018 - Cidade
    Homem morre após abordagem policial em Catalão
    Segundo a Polícia Militar, a princípio, não há relação entre a ação policial e a morte. Família contesta versão policial
    Um homem de 42 anos de idade morreu na noite da última sexta-feira (09), por volta de 21h20, após abordagem policial realizada no bairro Jardim Europa em Catalão.

    Helton Antônio Rita morreu na noite da última sexta-feira (09) (Foto: Reprodução Redes Sociais)

    De acordo com nota, assinada pelo comandante do 18° Batalhão Polícia Militar, Tenente Coronel Carlos José da Silveira, o homem, identificado como Helton Antônio Rita, conduzia um veículo quando foi submetido à abordagem e fiscalização de rotina.

    Ainda segundo a nota, durante os procedimentos operacionais padrão de abordagem policial e fiscalização de trânsito, foi constatado que Helton conduzia o veículo apresentando um conjunto de sinais que demonstrava nítida alteração de sua capacidade psicomotora, indicando com clareza o seu estado de embriaguez. A nota também afirma que dentro do veículo foi encontrada uma garrafa vazia de bebida alcoólica.

    Conforme a nota, o homem foi submetido ao teste de alcoolemia (bafômetro) cujo resultado indicou 0,36 mg de álcool por litro de ar expelido, valor superior ao tolerado por resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o que ensejou, além de medidas administrativas, na detenção de Helton. A nota afirma ainda, que Helton foi conduzido em viatura policial, momento em que, durante o deslocamento, os policiais militares perceberam que ele estava desacordado e imediatamente prestaram socorro, encaminhando-o até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Catalão.

    A nota também afirma que, de acordo com familiares, Helton era acometido de hipertensão arterial. Segundo relatório médico, emitido pelo Dr. Michel Henrique F. Santa Cruz (CRM-GO 12.541) a morte ocorreu por causas naturais, a saber, parada cardíaca e, a princípio, não houve nexo causal entre a ação policial militar e a morte de Helton Antônio Rita. O relatório médico também informa a ausência de lesões físicas e escoriações em Helton. A nota afirma ainda, que será instaurado Inquérito Policial Militar para apurar o caso e o 18º Batalhão de Polícia Militar está à disposição dos familiares.

    Confira a íntegra da nota do 18° Batalhão Polícia Militar:


    Divulgação 18° Batalhão Polícia Militar

    Confira o Relatório Médico assinado pelo Dr. Michel Henrique F. Santa Cruz:

    Divulgação 18° Batalhão Polícia Militar

    Família contesta versão policial

    Publicação atribuída à mãe de Helton, a senhora Margarida Rita, feita nas redes sociais, afirma que ele saiu acompanhado de seu o filho e em dado momento, parou o veículo para urinar, quando foi abordado pelo Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) e pouco tempo depois, a família foi informada pelo médico plantonista que estava na UPA, sobre a morte dele. A publicação também informa que ele não possuía problemas de saúde.

    Confira a íntegra da publicação:

    Venho através desta publicação dizer o fato que aconteceu com meu querido filho (Heltom). Na manhã de sexta-feira ele se levantou para ir ao curso oferecido pela empresa, logo após ao meio dia ele retornou a nossa casa, descansou e por volta das 14:30 saiu com sua filha mais nova para o clube, ele era muito querido, aonde passava era reconhecido por todos.

    Por volta das 19:00 horas ele voltava para casa e pergunta as minhas filhas se a jantava estava pronta, tendo a resposta como sim, ele chama o seu filho do meio Helder para sair, é buscar 3 latinhas para jantar como de costume, no caminho eles pararam na mercearia é se encontraram com seus amigos, na volta ele é seu filho param para fazer xixi, logo após eles são abordados pela GPT, que de forma bruta! Ele diz para os policiais que não é drogado, que é trabalhador, é que o rapaz que estava ao lado era o filho dele, que não era necessário aquilo.

    Como procedimento (porém de uma forma grosseira) eles mandaram os dois colocarem a mão na cabeça, porém, quando meu filho Heltom ia levantando o braço, o policial (sugeriu) que foi uma tentativa de reação, e pegou meu filho pelo pescoço, e os dois caíram no chão, depois disso eles alegaram que meu filho estava embriagado (sem nem ter feito teste do bafômetro) e algemaram meu filho levando ele até o carro da polícia militar, dizendo que iria levar ele a DP, meu neto (filho do Heltom) veio correndo em casa para avisar juntamente de se tio que seu pai ia ser levado à delegacia, e que precisaria pagar a fiança para soltá-o, para mim foi um susto, mas corri até a delegacia aonde já estavam prontos os papéis e a delegada foi bastante educada e me disse que a fiança era de 1000 reais, porém para pagar a fiança ele tinha que chegar à delegacia primeiro, uns 20 minutos de espera, e nadado meu menino, logos após esse tempo meu amigo (Batista) me diz que meu filho havia passado mal.

    Chegando lá o médico de plantão nos aguardava e pediu pra esperar um pouco pois precisava falar comigo, achei estranho, e me explicou que meu filho já havia chegado em óbito na UPA, e perguntou como meu filho de apenas 42 anos morre dentro da polícia em apenas 20 minutos, pois ele era uma pessoa que não tinha problema de saude,… Como ficou minha cabeça depois de tudo isso, fui criada sem pai, porém recebi uma educação de uma mulher maravilhosa (minha mãe) e tudo que foi ensinado passei para os meus filhos e me neto, ensinei especialmente a não roubar, não matar, a ser honesto e trabalhadores. Mas infelizmente vem uma polícia totalmente despreparada (nem todos) que não sabem abordar um cidadão honesto, além de procurarem ladrões, assassinos que estão soltos é roubando por aí, e agiram de má fé em aborda meu filho, que era trabalhador e muito querido de uma forma totalmente grosseira e totalmente despreparada e que desencadeou a os fatos que infelizmente levou meu filho a óbito.

    Não é fácil perder um filho, estou quase ficando louca, mas a justiça do Homem é falha mas a de Deus não, eu vou lutar, vou esclarecer o que fez que levou meu menino de mim e os culpados pagarão por isso.

    Então peço desculpas pelos boatos que estavam rolando, e não eram verdadeiras, isso sim foi o que aconteceu, porém ainda tem outras partes que estamos esperando para saber, e assim cumprir com a justiça. RELATOS DA MAE DA VÍTIMA! ”

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