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Pesquisa mostra profissões em alta no setor de tecnologia para 2022

Apesar das potenciais oportunidades, a tendência é de que as exigências aumentem junto com o crescimento de vagas.
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Fonte: Reprodução G1

Muitas das profissões da área de tecnologia estarão em alta em 2022, segundo pesquisa realizada pelo Banco Nacional de Empregos (BNE).

Entre as ocupações para apostar no próximo ano, a pesquisa destaca:

desenvolvedor

analista de sistemas

DevOps

analista de suporte

Cyber Security

analista de infraestrutura

Engenharia das coisas (IOT)

Growth Hacking

analista de testes

gerente de projetos

analista de projetos

desenvolvedor mobile

analista de business intelligence

DBA (administrador de banco de dados)

Dados do BNE já haviam constatado o crescimento do setor para 2021, com o aumento de quase 20% de admissões em relação ao primeiro trimestre de 2020.

Para 2022, a tendência é manter o número de contratações altas, com um total de 44.274 vagas em diferentes setores tecnológicos. Dessa forma, as chances de obtenção de melhores salários também crescem para os profissionais.

"O setor de tecnologia foi um dos destaques de contratações ao longo de 2020 e de 2021. Espera-se que este cenário se estenda para o próximo ano", afirma o CEO da Nexcore Tecnologia, Ricardo Zanlorenzi.

"Houve crescimento expressivo no setor e isso impulsionou ainda mais a demanda por esses profissionais, principalmente devido ao isolamento social, quando as empresas tiveram a necessidade de introduzir novas tecnologias para otimizar a experiência de clientes", ressalta.

Apesar das potenciais oportunidades, a tendência é de que as exigências aumentem junto com o crescimento de vagas.

"Os profissionais irão receber mais oportunidades com esse elevado número de vagas. Existe um ritmo acelerado de contratações, mas as empresas relatam dificuldades em encontrar profissionais especializados", afirma o CEO do BNE, Marcelo de Abreu.

Ou seja, a necessidade de realização de cursos e especializações será fundamental ocupar esses postos.


com informações G1 

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