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  • 19 de Jun / 2020 - Brasil
    Brasil ultrapassa 1 milhão de casos de coronavírus
    Informações coletadas pelo consórcio de veículos de impresa aponta que região Centro-Oeste está com curva de casos em ascensão. Dados são coletados nas secretarias de saúde dos 26 estados e DF.
    O Brasil chegou a 1 milhão de casos de coronavírus na tarde desta sexta-feira (19), como mostra um boletim extra do levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

    Os dados atualizados às 14h no boletim extra desta sexta mostram:

    • 48.427 mortes
    • 1.009.699 casos confirmados


    Brasil tem mais de 1 milhão de casos de coronavírus confirmados (Foto: Reprodução). 




    Às 20h desta quinta-feira (18), o consórcio havia divulgado o 11º balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento, indicando 47.869 mortes – sendo 1.204 em 24 horas – e 983.359 casos confirmados.
    Desde então, AC, CE, DF, GO, MT, MS, MG, PE, RN, RR, SP e TO divulgaram novos dados.
    Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.
    O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus.
    Avanço mesmo com subnotificação
    Embora elevados, os números de casos e de mortes estão subnotificados. O Brasil ainda faz, como apontou um especialista "brutalmente" menos testes para detectar a doença do que deveria: são tão poucos RT- PCR (exames laboratoriais ideais para diagnosticar a Covid-19), que o número de casos confirmados muitas vezes é secundário para cientistas que analisam a evolução da pandemia.
    "O Brasil está testando brutalmente menos do que deveria. Na melhor das hipóteses, 20 vezes menos do que é considerado adequado", afirmou Daniel Lahr, professor do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP).
    Centro-Oeste 
    O Centro-Oeste está com a curva de casos em ascensão. Em 14 de junho, a média dos casos confirmados ficou em 1.630. Nesta quinta-feira (18), foram 2.482 casos no Centro-Oeste do país. Brasília é a cidade mais afetada, com 1.145 confirmações em média. Depois: Goiânia (225), Rio Verde (236) Dourados (89) e Cuiabá (79).
    De acordo com Marcelo Gomes, do monitoramento do dados da Fundação Oswaldo Cruz, o Infogripe, a região tem um ciclo das doenças respiratórias diferente de outros lugares do Brasil.
    "Ela acaba ficando no meio do caminho. Quando tem um surto forte no começo do ano na regional Norte, isso muitas vezes também acaba fazendo com que o padrão da regional centro também seja mais cedo", explica Gomes.
    "Quando a gente tem o volume mais forte no Sul, o pico é mais para o meio do ano" - Marcelo Gomes, da Fiocruz, coordenador do Infogripe
    Para José David Urbaéz, diretor-científico da Sociedade Brasileira de Infectologia no Distrito Federal (SBI-DF), a situação está se agravando agora, segundo ele, porque ocorreu um relaxamento nas normas de isolamento social há cerca de 2 semanas, no início de junho.
    “Coincidentemente, Brasília e Goiânia tiveram uma política de isolamento social bem precoce. Brasília fechou as escolas em março e Goiânia teve uma política de fechamento logo na primeira semana dos casos”.
    O infectologista lembra que a região tem uma circulação de voos maior na capital federal, o que influenciou em uma taxa maior de infecção. Com o relaxamento, agora é esperado que ocorra a interiorização dos casos e avanço em áreas periféricas.
    “Desde o início de junho, algumas coisas foram abertas em toda a região Centro-Oeste. Goiás abriu um pouco antes, na segunda quinzena de maio”.
    “E aqui em Brasília já temos o deslocamento dos casos para as áreas mais periféricas, como em São Paulo. Inicialmente, você tinha muitos casos no plano piloto. Agora, chegou à Ceilândia, Estrutural, Samambaia, que são as regiões da cidade que tem mais casos e mais óbitos". - José David Urbaéz, diretor-científico da SBI-DF.
    "O vírus entra pelas áreas de classe alta, porque a nossa epidemia foi importada, e enquanto tem o isolamento horizontal você interrompe. Mas a massa que se movimenta para as regiões centrais continua transmitindo”, completou.
    De acordo com último boletim da Secretaria Estadual de Saúde (SES-GO), Goiás passa de 13.366 casos da doença, com 853 registros na última quinta-feira, 18. Ainda, são contabilizados 264 óbitos em todos os municípios goianos.






    Fonte: G1. 

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